A guerra pesa no Estreito de Ormuz, no sul do Irão. A economia mundial está, portanto, a pagar o preço da resposta iraniana ao ataque dos Estados Unidos e de Israel em 28 de Fevereiro. No dia seguinte, o tráfego marítimo nesta importante rota comercial diminuiu 80%, segundo dados de tráfego marítimo. Um alto oficial militar iraniano ameaçou, em 2 de março, “atear fogo” para qualquer navio que passe pelo estreito.

O mundo conseguiu confirmar de forma independente que quatro navios foram atingidos por projécteis desde o início da guerra, bem como cinco infra-estruturas de gás e petróleo. Um quinto do gás liquefeito mundial e quantidades significativas de petróleo passam pelo Estreito de Ormuz. O preço destas duas matérias-primas também começou a aumentar desde o início do conflito.

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