Ele corre, ele corre, Hervé Niquet. Aos 68 anos – nasceu a 28 de outubro de 1957 em Flixecourt, no Somme – não há vestígios de cansaço no rosto do maestro francês, coquete num elegante conjunto desportivo canelado branco, que proporcionou a estreia de uma nova produção de Thaisde Massenet, na Opéra national du Capitole, em Toulouse. Acompanhar as diversas actividades do movimentado maestro, tanto concertistas como discográficas, assemelha-se a um levantamento cartográfico.
Além do mais Thaishá ao mesmo tempo uma Rei Artur, de Purcell, em Paris e Bordéus, um concerto de Charpentier em Versalhes, Vésperas da Natividade da Virgem, por Vivaldi, um Missa para 40 vozesde Striggio, antes da retomada da Placade Rameau, na Ópera Real de Versalhes em abril de 2026. Quanto aos álbuns – mais de 200 até o momento – foram publicados somente em outubro As Divas de Offenbach, com Véronique Gens, e Israel no Egito, por Handel, antes Perseude Lully, na versão original de 1682, última parte de um Tetralogia barroca que Hervé Niquet imaginou para comemorar os 25 anos (ampliação) do seu conjunto Le Concert Spirituel, fundado em 1987.
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