Magali Jeanteur (em pé), presidente da associação “Les Eligibles et ses Aidants”, durante reunião sobre eutanásia, em Paris, 17 de fevereiro de 2026.

“Somos aqueles para quem, amanhã, a morte poderá tornar-se uma opção socialmente aceitável. Estas são as nossas vidas que vocês vão debater”chama, terça-feira, 17 de fevereiro, Louis Bouffard, um jovem frágil de 26 anos e olhos penetrantes, amarrado a uma cadeira elétrica, numa sala muito próxima da Assembleia Nacional, onde os deputados analisam em segunda leitura a proposta de lei sobre o fim da vida.

O copresidente da associação Les Eligibles et ses Aidants intervém no final de um debate organizado com cerca de uma centena de doentes ou deficientes, que se consideram “elegíveis” para os critérios da lei do fim da vida, na presença de cuidadores, cuidadores, intelectuais, como o professor Emmanuel Hirsch ou o escritor Michel Houellebecq, e alguns deputados. O objetivo é demonstrar como a futura lei sobre assistência à morte – que eles descrevem como“eutanásia” Ou “suicídio assistido” – despreza o lema republicano de liberdade, igualdade e fraternidade.

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