O início do ano é um bom momento para fazer um balanço dos resultados dos seus investimentos nos doze meses anteriores. Mesmo que se trate de uma poupança de longo prazo, é fundamental fazer um balanço da gestão do seu plano de poupança reforma (PER).
As opções de gestão oferecidas como opção PER variam dependendo do estabelecimento. Isto vai desde a gestão livre, que permite ao titular do plano gerir os seus investimentos “solo”, até à gestão sob mandato, confiada a um profissional que exerce uma gestão ativa, através de uma gestão com perfil de horizonte, prudente, equilibrada ou dinâmica. Para que conste, de acordo com a lei do Pacto de 2019, a proposta dita “equilibrada” é obrigatória, comum a todos os PER do mercado e aplicada por defeito.
O método de gestão com perfil de horizonte significa que, à medida que a data de reforma se aproxima, a alocação padrão (composta por ações, obrigações e produtos do mercado monetário) torna-se gradualmente mais segura, a fim de reduzir a exposição ao risco do mercado financeiro. A noção de gestão “chave na mão” do PER abrange a gestão ao longo do tempo, a mais frequente e a que está sob mandato. Nestas duas categorias, a multiplicidade de propostas leva a diferentes dotações iniciais.
“É necessário monitoramento regular”
Contudo, qualquer que seja o estilo de gestão escolhido no dia da subscrição, o aforrador não tem interesse em jogar o status quo, ou seja, em ficar satisfeito com o “piloto automático” por várias (dezenas) de anos sem mudar nada até a aposentadoria. “É importante conhecer regularmente a evolução das suas poupanças, porque durante um longo período, a qualidade mais ou menos boa da gestão tem uma influência notável no valor obtido e, portanto, no rendimento adicional libertado na reforma. explica Xavier Prin, diretor de marketing do BoursoBank.
Para evitar esta lacuna, primeiro será necessário avaliar regularmente o curso do seu PER. “Um inventário inicial após três ou quatro anos de vida já permite ter uma ideia dos resultados e dos custos. Depois é necessário um acompanhamento regular”, diz. aconselha Jean-Baptiste de Pascal, gerente geral da Inter Invest.
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