Expedição de cientistas ao glaciar Isunnguata Sermia, oeste da Gronelândia. Imagem retirada do documentário “Geleiras, investigação de um desaparecimento”, de Pierre-Olivier François e Judith Rueff.

ARTE – TERÇA-FEIRA, 3 DE MARÇO ÀS 21h. – DOCUMENTÁRIO

Em 28 de maio de 2025, a geleira Birch, na Suíça, desabou, engolindo 130 casas. Felizmente, os glaciologistas previram a tragédia e os aldeões foram evacuados: apenas uma vítima era deplorável. No dia 3 de julho de 2022, porém, nada havia sido previsto quando parte da Marmolada, uma geleira nos Alpes italianos, desabou, matando 11 pessoas.

Se os acontecimentos actuais demonstram o papel vital da glaciologia, esta jovem ciência permanece, no entanto, pouco conhecida. Em 2023, Pierre-Olivier François e Judith Rueff tiveram assim a ideia de estabelecer a primeira visão global dos 271.000 glaciares terrestres.

Dos picos alpinos ao Himalaia, passando pela Nova Zelândia, Antártica, Patagônia, Canadá, Islândia, Svalbard, Groenlândia e Grande Norte da Rússia, as filmagens duraram dezoito meses. Os cineastas conversaram com o francês Michael Zemp, chefe do inventário mundial de geleiras; com os glaciologistas Heïdi Sevestre e Fabrizio Troilo. “Ainda nos falta muito conhecimento”gostaria de esclarecer este último.

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