François Grosdidier, prefeito (Les Républicains) de Metz, em Paris, 4 de julho de 2023.

Sua candidatura era um segredo aberto. François Grosdidier, 64 anos, atual prefeito de Metz, esperou até 6 de fevereiro para oficializá-lo. Como finalidade política, o ex-deputado e senador tinha todo o interesse em permanecer o maior tempo possível fora da disputa e ver seus adversários se desintegrarem.

Depois de múltiplas tentativas de aproximação, as esquerdas são, nesta fase, inconciliáveis. O suficiente para deixar seus eleitores arrependidos. Em 2020, a lista sindical de esquerda liderada por um virtual desconhecido, Xavier Bouvet, faltou apenas 197 votos para vencer no segundo turno. Uma bagatela.

Desta vez, La France insoumise (LFI), de acordo com as instruções nacionais, sai sozinho com, à sua frente, a ex-deputada do Metz, Charlotte Leduc. Os Ecologistas empossaram Jérémy Roques. Este eleito municipal tornou-se, durante o último mandato, o principal adversário de François Grosdidier. Considerando-se assim legitimado, imaginava-se à frente de uma lista sindical.

Apoiado pelo Partido Comunista Francês, pelo antigo “rebelde” François Ruffin, pelo Partido Animalista e por L’après, o jovem difundiu-se amplamente. Mas não o suficiente para reunir os socialistas. O partido rosa, de fato, preferiu lançar na batalha o advogado Bertrand Mertz, já prefeito de 2008 a 2014 de Thionville, a segunda cidade de Mosela depois de Metz. Apoiado pelo ex-prefeito socialista Dominique Gros, obteve o apoio da Place publique, representada no departamento por Xavier Bouvet, o homem que esteve muito perto de vencer François Grosdidier em 2020.

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