Satisfação em Matignon e Bercy. Apesar das dificuldades de França em reduzir o seu défice e da sua incapacidade de travar o aumento da sua dívida, a agência Fitch manteve a classificação A+ atribuída à dívida francesa na sexta-feira, 6 de março. A agência americana também não alterou a perspetiva estável atribuída a esta classificação, um sinal de que não planeia baixá-la num futuro próximo.
Roland Lescure, Ministro da Economia e Finanças de Sébastien Lecornu, imediatamente “tomei nota” da decisão. Este “é uma extensão dos esforços empreendidos pelo governo no âmbito do orçamento de 2026 para controlar as finanças públicas, apoiar o crescimento da nossa economia e fortalecer a atratividade da França”, ele comentou em um comunicado à imprensa.
A ameaça de deterioração nesta sexta parecia baixa. A Fitch foi a primeira das três principais agências de classificação a baixar a classificação francesa em setembro de 2025, devido à turbulência política. Parecia improvável que mais uma vez sancionasse a França de forma espetacular. Uma mudança de perspectiva, por outro lado, não parecia excluída, como uma espécie de alerta.
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