ANÁLISE – Donald Trump escolheu o seu lado, o de Vladimir Putin, a quem tenta oferecer uma paz que sirva tanto os interesses do Kremlin como os da Casa Branca.

No início da guerra na Ucrânia, os europeus, mesmo divididos, ainda se agarravam às alavancas diplomáticas. Emmanuel Macron fez vários telefonemas para Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky. A Inglaterra era uma só com a Ucrânia e aproximava-se da Europa. Na Itália, Giorgia Meloni deu uma repentina guinada pró-ucraniana. Os contactos com a América de Joe Biden eram regulares.

Quase quatro anos depois, os europeus são marginalizados numa crise que ameaça directamente a segurança do seu continente. Tal como os ucranianos, eles foram informados do plano Russo-Americano de 28 pontos, do “Mapa de Miami”que afirmava oferecer a Ucrânia como um presente à Rússia de Vladimir Putin. Eles não foram convidados para as conversações de Genebra, em 23 de novembro, entre americanos e ucranianos. Depois de se terem imposto apesar de tudo, ao embarcarem com urgência nos comboios para a Suíça, tentaram intervir para alterar o texto do seu texto mais…

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