São analisadas alterações sobre o congelamento de prestações sociais, incluindo pensões

Christophe Bentz, deputado do Rally Nacional (RN), denuncia o artigo 44 do projeto de lei de financiamento da Seguridade Social (PLFSS) para 2026 como “um artigo irritante entre artigos irritantes” e que ele descreve como “profundamente socialmente injusto e economicamente prejudicial”.

Para Guillaume Kasbarian (Juntos pela República), as alterações de eliminação custaram 3,6 mil milhões de euros em 2026. “No final das contas, os presentes que você está dando para a esquerda e para o RN são pagos por alguém. O trabalhador [et] os ativos, através de suas contribuições, pagarão pelos presentes que você está prestes a dar e a medida”ele argumentou.

Sandrine Runel (Partido Socialista) aponta, “um ano em branco [qui] só será branco para os poderosos e ricos, mas será negro para as famílias, para os jovens, para os reformados e para todos os nossos concidadãos mais precários” e considera que “estes 3,9 mil milhões de euros que se quer tirar aos mais pobres poderiam ter sido tirados às 500 pessoas mais ricas”.

Justine Gruet (Les Républicains) disse “opõe-se a medidas que afectam os reformados mais modestos (…) Iremos, portanto, opor-nos ao congelamento das pensões de reforma. Preferimos poupar nas despesas e no custo exorbitante do funcionamento do Estado na burocracia e também no combate à fraude, à fraude social em particular”. Mesma opinião para Eric Ciotti (União de Direitos pela República).

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