Nesta segunda-feira, 2 de março, TF1 transmite Papai apesar de si mesmo, um filme de TV sobre bullying escolar. Para Maud Baecker, esse papel de mãe perturbada ressoa com seu próprio passado. A atriz de 37 anos quebra o silêncio sobre sua provação na adolescência. Confidências.

Esse é um assunto que precisa ser falado: bullying escolar. Felizmente, algumas ficções cuidam disso. No filme de TV inédito Papai, apesar de si mesmotransmitido pela TF1 nesta segunda-feira, 2 de março de 2026, até fizemos dele o cerne da trama, em tom leve, em boa forma: Manon (Lara Tavella) está abandonando a escola. Sua mãe, Cécilia (Maud Baecker retornará em breve na 2ª temporada deÉrica) que o criou sozinha, fica à margem: então ela recorre ao pai de seu filho, Alex Thomas (Arnaud Ducret), um jornalista caprichoso pronto para fazer qualquer coisa para proteger sua filha, que fica entorpecida em uma infiltração no colégio para entender o que ela está passando.

A adolescência foi “um momento difícil” Para Maud Baecker

Para a atriz Maud Baeckerque interpreta Cécília, impossível se manter distante: “Como mãe, é uma angústia constante. A escola é um lugar extraordinário, mas também um espaço onde tudo pode estar em jogo.” É um assunto que ela conhece bem e que para ela vai muito além da ficção. “Eu mesmo sofri bullying quando adolescente. É um momento difícil. Assim que vivenciamos a fragilidade, isso pode se tornar um ponto de ataque. O bullying é um verdadeiro problema social, ainda mais hoje com as redes sociais” Com as mães ao seu redor, a atriz de 37 anos permanece vigilante: “Queremos que nossos filhos não sejam assediados nem assediados. Porque muitas vezes esquecemos que as crianças que praticam bullying também são crianças que estão mal. Quando você não está bem, você pode se tornar mau.”

Assediadas ou perseguidoras: a vigilância de uma mãe diante do “muro do silêncio”

Em Papai apesar de si mesmo, Cécília demora para entender a realidade. Ela primeiro pensa que a filha está mal por causa do pai, que ela está cheia de censuras. A recusa em considerar um possível assédio e o dinamismo Então a realidade se instala: não é o pai que representa o perigo, mas o exterior. Ensino médio. Os outros. A aparência. Redes sociais. “Ele não só não é o problema, mas pelo contrário se torna um apoio essencial.”

Mas a mãe se depara com um muro de silêncio. “Ela também descobre que sua filha se recusa a deixá-la intervir. explica Maud, que desde muito cedo identificou a inteligência do roteiro sobre a complexidade da dinâmica familiar. “As crianças têm medo de que a situação piore com o envolvimento dos pais. É muito complexo. Em Papai apesar de si mesmo, vemos também até que ponto uma criança pode esconder dos pais o que está passando. Lembra-nos a importância do diálogo e do fortalecimento da autoconfiança: manter um vínculo aberto, sem estigmatizar ainda mais a criança. Felizmente, sem dar spoilers, a história tem um desfecho bastante positivo.”

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