Mathieu Lefèvre, Ministro Delegado responsável pela transição ecológica, Rachida Dati, Ministra da Cultura, e Vincent Jeanbrun, Ministro da Habitação, no encerramento do evento

“Quando lancei este concurso internacional a partir de Marselha, foi uma promessa de um novo impulso para os nossos bairrosdeu as boas-vindas a Emmanuel Macron, num vídeo, transmitido no dia 2 de dezembro na Cité de l’architecture et du patrimoine, em Paris, para a inauguração da exposição “Bairros de Amanhã”. Tratava-se de dizer: você tem direito ao que há de mais bonito; você tem algo para nos contar e construiremos juntos (…) Vamos criar manifestantes de uma transição ecológica, popular e justa. E dê significado às palavras locais. » E 1.200 pessoas ouviram, reunidas ali para conhecer todos os projetos e os nomes dos vencedores. Nada menos que três ministros (cultura, transição ecológica e habitação) também visitaram.

Primeira do género desde Banlieues 89, consulta lançada há quase quarenta anos por Roland Castro (1940-2023) e Michel Cantal-Dupart, esta operação, que seria o grande projecto arquitectónico e urbanístico do Presidente da República, mobilizou 30 equipas de arquitectos, urbanistas, paisagistas, ou mais de mil profissionais, durante nove meses. A transformação de uma sala de caldeiras em catedral cultural, a reabilitação de grandes complexos, a religação com o seu rio de um bairro isolado, seriam demonstradores de uma outra forma de transformar um edifício, um território, tendo em conta as realidades climáticas e sociais.

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