Médicos liberais manifestam-se em frente ao Panteão de Paris em 10 de janeiro de 2026.

São ginecologistas, pediatras, reumatologistas, cirurgiões ou clínicos gerais; vieram de Drôme, Vosges, Haute-Garonne, Hérault… Vários milhares de médicos liberais participaram, no sábado, 10 de janeiro, na manifestação convocada por todos os sindicatos da profissão. Ela deixou o Panteão às 14h. ingressar no Ministério da Saúde, no 7ºe distrito de Paris.

Nesta procissão descrita como“histórico” pelos seus organizadores, para uma profissão desacostumada a andar nas ruas, ressoaram as mesmas palavras, visando medidas – adotadas ou rejeitadas – da lei de financiamento da Segurança Social, aprovada em 16 de dezembro de 2025 (possibilidade de os Seguros de Saúde fixarem preços, sobretaxa de taxas excedentárias, etc.). Ou vários projectos governamentais e parlamentares que afectam as condições de exercício da medicina privada (regulamentação da instalação, fiscalização da prescrição de licenças por doença, etc.). Com, para além destas matérias técnicas, a expressão do desconforto de uma profissão que se sente “atacado”.

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