Depois da energia nuclear, as energias renováveis. Em 12 de Março, dia do conselho de política nuclear, o governo confirmou o regresso ao favor do átomo – ou seja, pelo menos seis novos reactores a serem construídos. Quarta-feira, 1ºer Abril, em entrevista publicada online por Os ecosa nova Ministra da Energia (e ex-funcionária da EDF), Maud Bregeon, desta vez quis mostrar a estratégia do executivo para turbinas eólicas e painéis solares, anunciando o relançamento de concursos muito aguardados. É preciso dizer que o apoio público à produção de energias renováveis é observado principalmente sob a forma de preços de compra garantidos ou de remuneração adicional.
Questão principal: energia eólica offshore. Atualmente, 2 gigawatts (GW) de energia eólica offshore estão em serviço, ou seja, quatro parques, e 5,6 GW estão em desenvolvimento. O próximo edital será colossal: com dez futuros parques a serem adjudicados, pesará um total de 10 GW. Após meses de incerteza, a operação consistirá finalmente na fusão de dois editais de licitação de aerogeradores offshore, o nono e o décimo da lista (AO9 e AO10). Como é habitual, a investigação será realizada por uma autoridade administrativa independente, a Comissão Reguladora de Energia. De acordo com o calendário agora adotado, sujeito ao lançamento do concurso o mais rapidamente possível, o Estado designará as primeiras empresas vencedoras no final de 2026 ou início de 2027; portanto, antes do final do segundo mandato de cinco anos de Emmanuel Macron.
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