CARTA DE MALMÖ

The Three Kingdoms Cairn, um monumento que marca a intersecção das fronteiras entre a Finlândia, a Noruega e a Suécia, em setembro de 2013.

A foto é linda. Terça-feira, 10 de fevereiro, em Val di Fiemme, Itália, três suecos monopolizam o pódio olímpico no clássico sprint do esqui cross-country. Nas arquibancadas, o rei Carl XVI Gustaf está exultante. A vitória dos seus compatriotas é ainda mais doce porque eles superaram os noruegueses. O canal Sveriges Television esfrega sal na ferida ao transmitir os comentários de jornalistas esportivos noruegueses descontentes.

Ao longo dos Jogos Olímpicos de Inverno (JO) Milão-Cortina, os meios de comunicação dos dois países compararam constantemente o desempenho dos seus atletas, relatando as menores brigas entre as duas delegações, a ponto de dar à competição a aparência de um duelo entre os vizinhos nórdicos. Não é novidade que a batalha foi vencida pela Noruega, primeira no quadro de medalhas com 41 prêmios, em comparação com 18 para a Suécia. Quase tão importante: em 11 de fevereiro, os noruegueses puderam alegrar-se por finalmente ultrapassarem os suecos pela primeira vez em cento e dezoito anos, em número de títulos olímpicos (Jogos Olímpicos de Inverno e de Verão combinados) conquistados.

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