Um triangular no segundo turno das eleições municipais de Paris com a presença de sua concorrente do La France insoumise (LFI), Sophia Chikirou, foi a menos favorável das configurações para Emmanuel Grégoire. O debate organizado na quarta-feira, 18 de Março, na BFM-TV confirmou, sem surpresa, que o representante da maioria de esquerda cessante se viu numa batalha desequilibrada a três, atacada em duas frentes, pela Sra. Chikirou de um lado e Rachida Dati, candidata da direita e do centro, do outro.
Desde o início e durante quase todas as três horas de programa, as trocas foram duras, tensas e muitas vezes inaudíveis, obrigando a jornalista Apolline de Malherbe a fazer vários telefonemas à ordem, quase exclusivamente dirigidos a Rachida Dati, que ou não respondeu às perguntas colocadas ou não deixou que os outros o fizessem. A quatro dias do segundo turno, esse momento foi importante para os candidatos. Desde a noite de domingo, a situação complicou-se para Grégoire, que ficou em primeiro lugar, com 38% dos votos. Dati (25,5%) fundiu a sua lista com a de Pierre-Yves Bournazel (Horizons, 11,3%) e também poderia beneficiar da retirada da candidata de extrema direita Sarah Knafo (Reconquête, 10,4%).
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