Manifestação contra os pesticidas, em Paris, sábado, 4 de abril.

Encontramos um sapo barrigudo, um pinguim superexcitado, cabeças de pombo e até abelhas… Sábado, 4 de abril, três dias antes do Dia Mundial da Saúde, a Rebelião da Extinção convocou, junto com outras organizações (Greenpeace, Liga de Proteção às Aves, Confederação Camponesa, Cientistas em Rebelião, etc.), para uma “primavera barulhenta” contra pesticidas, em Paris. Uma referência ao livro Primavera Silenciosa da bióloga norte-americana Rachel Carson – uma das primeiras cientistas a alertar para os efeitos nocivos dos pesticidas no ambiente, no início da década de 1960.

Uma marcha festiva, colorida e fantasiada, ao ritmo de orquestra e batucadas, que reuniu cerca de 2.500 pessoas segundo a Extinction Rebellion, sobretudo activistas ambientais. É mais ou menos o mesmo número da primeira edição, realizada em 2025. O encontro foi realizado na estação de metrô Grands Boulevards, próximo à sede da BASF, com a ideia de levar simbolicamente o grupo químico alemão ao tribunal distrital próximo à Porte de Clichy.

Você ainda tem 76,01% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *