Estádio San Siro, que sediará a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, em Milão (Itália), 29 de janeiro de 2026.

Em poucas horas, a pira olímpica acenderá no estádio San Siro e os Jogos Olímpicos de Inverno (OJ) de Milão-Cortina d’Ampezzo (Itália) serão oficialmente abertos. Durante a quinzena, de 6 a 22 de fevereiro, o evento oferecerá uma profusão de espetáculos esportivos, emoções e shows mondovision. Lindas imagens também, nos Alpes, berço dos esportes de inverno, depois de quatro edições longe das montanhas.

O norte da Itália promete ser um verdadeiro atrativo. Da reconstruída Milão, palco de provas no gelo, até Antholz-Anterselva, maravilha do biatlo situada nas fronteiras da Áustria, passando por Bormio e o seu formidável Stelvio, lendária pista de esqui alpino, ou mesmo Cortina d’Ampezzo, a “rainha das Dolomitas”, coroada com a sua joia, a Olimpia delle Tofane, herdada dos Jogos de 1956.

A opulenta região exibirá seus melhores trajes, tanto literal quanto figurativamente. Mais de 400 quilómetros separam a capital lombarda dos locais de competição mais distantes. Ontem, a logística sofreu; hoje, os espectadores e pessoas credenciadas provavelmente pagarão o preço para viajar pelos vales. E a pegada de carbono está a aumentar. Os transportes, de facto, representam a principal fonte de emissões na organização de grandes eventos desportivos.

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