Isto é inédito nos distritos parisienses: ao final do primeiro turno, três prefeitos já foram reeleitos. No 7e distrito, Rachida Dati (Les Républicains, LR) venceu por ampla margem com 58,8% dos votos e teve um desempenho significativamente melhor do que em 2020, quando foi reeleita no primeiro turno com 50,7%. No 16eseu candidato Jérémy Redler também é reeleito (50,6%), assim como no 13eos vários prefeitos de esquerda, Jérôme Coumet (51,5%).

No resto da capital, todas as maiorias cessantes votam favoravelmente, com excepção da de Jeanne d’Hauteserre no 8eque não tinha sido investido pela sua família política da LR e que, em dissidência, se encontra numa má posição como número 2 num quadrangular com 15,8% dos votos, muito atrás da candidata da LR, Catherine Lecuyer (40%). Este distrito também é o único a oferecer segundo turno a uma candidata de Sarah Knafo (Reconquête!), Marie Collin (13%).

Antes de possíveis fusões para o segundo turno, outros cinco distritos prometem quadrangular no segundo turno:

No 5ea autarca cessante, Florence Berthout (Horizons), obtém 36% e deverá, tal como em 2020, fundir-se com a candidata do LR, Anne Biraben (10,9%), e vencer Martine Rosset (PS), que se qualifica honrosamente com 32,5%. Bem estabelecidos, os prefeitos LR Jean-Pierre Lecoq no 6e (42,3%), Philippe Goujon no 15e (41,7%) e Geoffroy Boulard no 17e (48%) também não deverão ter dificuldade em serem reeleitos nos triangulares do segundo turno. No espelho, os que abandonaram o sindicato de esquerda, Carine Petit no 14e (42,2%), François Dagnaud no 19e (46,8%) e Eric Pliez no 20e (46,7%) deverão ter o mesmo destino favorável. Finalmente, no 9eonde o único duelo é no momento, a prefeita cessante (Horizontes) Delphine Bürkli (43,4%) será reeleita a priori contra a candidata do sindicato de esquerda, Camille Vizioz-Brami (27,9%).

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