Jogadores da seleção marroquina comemoram a vitória sobre o Paraguai em amistoso no estádio Bollaert-Delelis, em Lens, no dia 31 de março de 2026.

Uma onda vermelha veio cobrir o antigo estádio. “Dima Maghrib!” » (“Viva Marrocos”) voltou a ressoar, como se o fervor da Taça das Nações Africanas (CAN) nunca tivesse parado, apesar das polémicas. E depois houve o hino nacional, cantado tão alto que parecia querer atravessar as bancadas, para ser ouvido para lá do Mediterrâneo. No amor, você precisa de provas; Terça-feira, 31 de março, no estádio Bollaert-Delelis, em Lens, houve conversações em todos os lugares, em francês, inglês, árabe, berbere e holandês.

Naquela noite, a diáspora marroquina vinda de França – e da Europa – veio “sustentar” os Leões do Atlas que enfrentaram o Paraguai em amistoso de preparação para a Copa do Mundo. Diante de cerca de 38 mil espectadores (esgotados), a seleção marroquina conseguiu derrotar o duríssimo adversário sul-americano (2-1), num ambiente de fogo. “Viemos para a festa”diz Choukri Graoui, 65 anos, enólogo aposentado, que veio de Marselha com a esposa. “Agradecemos-lhes pelo apoio. Esperamos dar-lhes mais alegria”declarou, Mundo, goleiro Yassine Bounou, após a partida.

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