Jornalista francês Raphaël Boukandoura. Foto enviada por sua família.

Depois de passar uma noite na cela, o jornalista francês Raphaël Boukandoura, residente na Turquia desde 2015, foi transferido na terça-feira, 20 de janeiro, para o centro de detenção de Arnavutköy, localizado a dois quilómetros do aeroporto de Istambul. Preso na segunda-feira no distrito de Sancaktepe enquanto cobria uma manifestação do partido pró-curdo DEM contra a ofensiva de Damasco no nordeste da Síria, ele corre o risco de ser expulso iminente por ter, segundo a polícia, entoado slogans em curdo.

Durante a noite de segunda para terça-feira, durante o seu breve depoimento, Raphaël Boukandoura declarou sob custódia policial que tinha respeitado as directivas da polícia que monitorizava a manifestação, que não tinha participado na concentração e não tinha “não cantou nenhum slogan”. A transcrição de seu depoimento indica que ele se identificou “desde o início” como jornalista com aplicação da lei e “apresentou seu cartão de imprensa à polícia”. O seu advogado, Emine Özhasar, presente durante o interrogatório, especifica que o seu “cliente foi detido durante cinco horas algemado nas costas”.

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