A subestação elétrica Tolbiac, em Paris, 30 de outubro de 2024.

De um aterro ao lado de uma placa DIY, Christelle Coppens Chalhoub, jaqueta de marca “RTE” na parte traseira, designa fileiras de postes de eletricidade. Pertencem a uma das cinco “artérias” que ligam os dois “cinturões eléctricos” de muito alta tensão que rodeiam a Ile-de-France (IDF). Nesta zona comercial de Bonneuil-sur-Marne (Val-de-Marne) está a decorrer um projecto crucial para o futuro energético da França: o da modernização e adaptação da rede. “Neste troço da artéria começaremos por substituir 31 postes e 12 quilómetros de cabos e instalaremos 17 novos quilómetros até 2028”lista o delegado territorial do IDF do gestor da rede de transporte de eletricidade (RTE).

Há apenas um ano, em Fevereiro de 2025, a RTE apresentou um plano para transformar a rede francesa até 2040, no valor de quase 100 mil milhões de euros. O desafio é grande: a empresa deve renovar infraestruturas envelhecidas, mas também adaptá-las ao esperado aumento do consumo de eletricidade, essencial para se livrar do petróleo e do gás, bem como às consequências das alterações climáticas.

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