FRANÇA 2 – TERÇA-FEIRA, 27 DE JANEIRO ÀS 21h10. – DOCUMENTÁRIO
“Em 2100, tudo é imaginável”admite o diretor Michael Pitiot. Então por que não imaginar o melhor, pelo menos uma vez? Esse é o viés do documentário espetacular que levou três anos para ser feito. Um posicionamento ousado no nosso país, um dos mais pessimistas do planeta.
Mas não falta imaginação a Michael Pitiot. Até 2100, o Mont-Saint-Michel não estará mais cercado por água, mas por uma exuberante floresta tropical. Em Paris, as avenidas serão devolvidas à agricultura urbana; e o castelo de Chambord será rodeado por um vasto laranjal, concretizando finalmente o antigo sonho dos reis de França, de Francisco Ier para Luís XIV.
E se em 2100 a ponte da Normandia tiver todos os quatro pilares na água, não há necessidade de pânico. “Modelos científicos mostram que o leito do Sena só voltará à sua posição pré-humana”explica o ator Stéphane Varupenne à narração. Os humanos terão algumas gerações para se adaptar. O mesmo em Etretat (Seine-Maritime), ou no pântano da Flandres, convertido em mangal.
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