Os especialistas alertam há quase 40 anos. As mudanças climáticas antropogênicas fariam com que a potência dos furacões disparasse. Pesquisadores de Clima Central (Estados Unidos) confirmam isto hoje, com números e modelos de apoio. Desde 2019, nada menos que 85% das tempestades foram afetadas pelo aquecimento – o número sobe para 100% para o ano de 2024, considerado até 10 de novembro.

Quando a temperatura do oceano aumenta…

Na revista Pesquisa Ambiental: Climaos pesquisadores especificam que o velocidades As velocidades máximas do vento dos furacões no Atlântico são agora maiores em cerca de 29 quilómetros por hora, em média. O maior aumento foi registrado nos furacões Humberto (2019) e Zeta (2020). Seus ventos sopraram 50 km/h mais rápido do que teriam feito sem o aquecimento global antropogênico.

Os pesquisadores explicam que o fenômeno está ligado principalmente ao superaquecimento dos oceanos. Na verdade, quanto mais o Atlântico, as Caraíbas e o Golfo do México aquecem, mais aenergia potencial as tempestades aumentam. No entanto, desde a era pré-industrial, as águas das zonas de furacões já aumentaram em média entre +1,1 e +1,6°C. E até +2,2°C em determinados locais!

…furacões causam danos maiores

Em 2024, dois furacões foram classificados na categoria 5. A análise dos pesquisadores do Clima Central mostra que “não teríamos tempestades sem as mudanças climáticas causadas pelo homem”. O problema é que os danos causados ​​às vezes aumentam significativamente com a categoria. De acordo com a NOAA, o Administração Nacional Oceânica e Atmosféricaum furacão de categoria 5 causa cinco vezes mais danos do que um furacão de categoria 4. E até 140 vezes mais que um furacão de categoria 3. Porém, subir duas categorias é o que três furacões já fizeram desde 2019. Incluindo o recente furacão Rafael…

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