Criada em 2017 por Jean-Pierre Pernaut nas 13 Horas da TF1, uma seção atípica transmitida todas as terças-feiras continua atraindo a atenção. E isso já dura 400 edições!

Um pintor com deficiência visual, um papagaio falante, uma senhora que sabe de cor as datas de aniversário das estrelas… Este inventário ao estilo de Prévert foi recentemente destacado na seção O dardo, lançado todas as terças-feiras às 13h. programa de Marie-Sophie Lacarrau, substituída durante as férias por Isabelle Ithurburu. Desde a sua criação em 2017 por Jean-Pierre Pernaut, o conceito, que se baseia nos 20 escritórios regionais da TF1, tem sido simples. Um correspondente lança um dardo em um mapa de sua região para determine a cidade onde realizará um tema de sua escolha… sem preparar nada com antecedência! É sempre um risco.“, cumprimenta o apresentador. Mas sempre coroado de sucesso : até o momento, 400 indivíduos foram enlatados.

Correspondente em Auvergne-Rhône-Alpes, Guillaume Frixon, um verdadeiro purista dos dardos, não hesita em variar os tiros, por trás ou com os olhos fechados. Em 2017, sofreu o elenco enquanto vagava por um povoado de Puy-de-Dôme. “Não havia empresas e ninguém de fora!“, lembra o repórter, que acabou se deparando com um simpático casal de aposentados. “O rótulo de ‘proximidade’ nas notícias do TF1 é uma oportunidade“, ele se parabeniza.”Eles puxam conversa como se estivessem chegando de férias em uma vila”, resume Marie-Sophie Lacarrau, às vezes magoada com certas críticas.

O dardo de 13 Horas de TF1 realmente lançadas aleatoriamente? Nós temos a resposta

Mas será que o famoso dardo é realmente lançado ao acaso?Sim !“, respondem em uníssono nossos interlocutores, que até lembram de assuntos feitos em um barco após ele cair em um ponto de água. As únicas exceções: um segundo lançamento é concedido se o dardo pousar em uma grande cidade, para favorecer o aspecto de descoberta.”E permitimos que jovens jornalistas façam pesquisas antecipadas sobre a cidade e suas atividades porque o formato os assusta um pouco.“, sorri Marie-Sophie Lacarrau.

Por último, saiba que a Île-de-France e as regiões ultramarinas não são destacadas há algum tempo em O dardo. “Na redação me explicaram que lá o formato demorava menos e que as pessoas eram menos receptivas“, explica o apresentador.

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