Em mais de 30 anos de carreira, Brad Pitt acumulou papéis memoráveis. Ele sempre soube como se colocar em perigo e de que forma! Muito pouco transmitido na televisão, este encontro de ficção científica constitui sem dúvida o melhor papel da sua carreira. Para ver e ver novamente.

Mesmo que Brad Pitt tenha sido muito falado recentemente com F1nos últimos anos ele se tornou mais discreto nos sets de filmagem. No entanto, o superastro americano continua sendo, na minha opinião, o melhor ator de sua geração, pois eleva a fasquia em cada uma de suas atuações. Principalmente porque ele é literalmente capaz de tocar de tudo. Ele também se destaca como líder da gangue de ladrões de cavalheiros da saga Oceano com George Clooney como um jovem espião pela primeira vez Jogo de espionagemcomo um vampiro, como um herói semideus da guerra de Tróiaou na frente da câmera de Quentin Tarantino. Então, quando se trata de encontrar o seu melhor filme, a tarefa não é fácil. A resposta está, sem dúvida, em 1996, um ano abençoado para ele. Com algumas semanas de intervalo, aquele que o público descobriu alguns anos antes em Thelma e Luísa continua o culto Sete… E Exército dos 12 Macacos ! Entre os dois (ao qual é adicionado Clube da Luta), impossível realmente escolher. Ainda ficaríamos tentados a recompensar a audácia da sua proposta no filme de Terry Gilliam.

Exército dos 12 Macacos começa em 2035. Os sobreviventes de um vírus misterioso que dizimou cinco bilhões de seres humanos estão enclausurados em um mundo subterrâneo controlado por cientistas todo-poderosos. James Cole (Bruce Willis), um prisioneiro, é enviado trinta anos antes para rastrear as origens deste flagelo global. Uma vez internado em um hospital psiquiátrico – porque obviamente ninguém acredita nele, ele conhece a psiquiatra Kathryn Railly (Madeleine Stowe), e outro paciente: Jeffrey Goines. Entre um olho que faz o que quer, seu rosto, sua linguagem corporal ou sua maneira de falar, Brad Pitt apresenta uma atuação magistral disfarçado de homem ferozmente anti-sistema.

Exército dos 12 Macacosum dos melhores papéis de Bruce Willis

O ator vencedor do Oscar gosta de correr riscos em suas escolhas profissionais. Ele se sai bem: papéis malucos cabem nele como uma luva. Esta performance lembra também a do cigano quase incompreensível em Arrebatar ou o idiota nerd por Queime depois de ler dos irmãos Coen. E Brad Pitt está longe de ser o único trunfo do filme.

Terry Gilliam também dá a Bruce Willis um de seus melhores papéis, a anos-luz de distância de John McClane. Muito elaborada, a encenação do cineasta abunda visualmente. Esta distopia livremente inspirada no curta-metragem francês O cais de Chris Marker fascina com suas idas e vindas no tempo. Para completar, o filme encontra uma ressonância bastante atual com suas questões de sociedade de consumo e pandemia. Uma verdadeira obra-prima de ficção científica.

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