Jean e Auguste Renoir, fotografados por Pierre Bonnard, em 1916.

ARTE – SÁBADO DIA 21 DE MARÇO ÀS 22h30 – DOCUMENTÁRIO

A pintura como arte de conexão. Amoroso, familiar, amigo, cidadão. Em Renoir apaixonadoum luminoso documentário sobre a obra de Pierre-Auguste Renoir (1841-1919), a diretora Camille Ménager nos convida a olhar além do sentimentalismo e da felicidade piegas frequentemente associadas ao mestre do impressionismo. A historiadora de formação, apoiando-se nas memórias de seu filho Jean (Pierre-Auguste Renoir, meu paiGallimard, reedição de 1981), arquivo filmado e expertise rejuvenescida, questiona o que o pintor quer nos mostrar sobre o apego, a intimidade, a alegria, a encarnação.

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Quem não gostaria que uma pintura de amor fosse vivenciada? »pergunta Martha Lucy, curadora da Barnes Foundation, na Filadélfia, que possui o maior acervo de pinturas do artista. Reunindo uma série de obras-primas espalhadas pelo mundo, o filme oferece a oportunidade de ver algumas menos conhecidas, mas igualmente extraordinárias, como A criança com o gato (1887), Almoço (1875), Almoço no restaurante Fournaise (1879), A garota adormecida (1880), Guarda-chuvas (1881-1886), os retratos de Lise Tréhot, Jeanne Samary e Aline Charigot. Uma viagem por sessenta anos de investigação artística radical que não evita“objetificação dos corpos das mulheres” ótimos nus dos últimos vinte e cinco anos.

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