
Miss França 2022 foi convidada de Alexandra Roost em seu podcast intitulado Bum Bum. Neste episódio transmitido e retransmitido neste domingo, 29 de março, Diane Leyre voltou ao ponto de partida de sua carreira: sua eleição como Miss França 2022. Contra todas as expectativas, ela explica ao seu interlocutor que queria participar do concurso para se vingar pessoalmente após um relacionamento tóxico.
Isso é algo para surpreender seus fãs! Durante a entrevista, Diane Leyre explica que se inscreveu sobretudo para provar algo a si mesma, depois de ter sido denegrida durante muito tempo nesta relação. Ela ainda confidencia que na escola não era considerada “a menina bonita”. Uma coisa é certa: a jovem provou aos seus detratores que eles estavam errados!
“Uma terapia pessoal”: Diane Leyre fala sobre o que a levou a participar do Miss França
A vida de Diane Leyre foi marcada por muitas provações pessoais. Recentemente atingida pela perda da avó, ela também passou por períodos difíceis antes de ser eleita Miss França. Prisioneira de um relacionamento tóxico, ela conseguiu se libertar, mas não sem deixar algumas cicatrizes.
Durante a sua intervenção no podcast, ela explicou que a sua inscrição no concurso representou uma vingança por esse relacionamento passado, onde o seu companheiro a denegriu tanto física como intelectualmente. “Não participei do Miss França porque pensei que poderia ser a mais bonita. Fiz porque não tive escolha a não ser vencer”, confidenciou.
A ex-rainha da beleza revela que simplesmente não conseguia se imaginar perdendo. Seu espírito competitivo a empurrou para o final da noite. “Eu já era quase Miss França na minha cabeça”, acrescenta ela. Para Diane Leyre, ela viveu esta competição como uma verdadeira “terapia pessoal”, uma forma de transformar o seu passado doloroso em vitória.
“Pela primeira vez temos um espaço onde somos só nós”: Diane Leyre afirma que o concurso Miss França é muito feminista
O concurso Miss França é frequentemente criticado por ser arcaico e desconectado de sua época, mas Diane Leyre garante o contrário. “Pela primeira vez, temos um espaço onde somos só nós!”, diz ela, defendendo veementemente o lado feminista da Miss França. Segundo ela, a competição continua sendo o único espaço televisivo onde 30 mulheres ocupam integralmente o tempo de fala e o espaço de tela.