“Rolagem infinita” para incentivar as pessoas a assistirem cada vez mais conteúdos, feeds personalizados para reter a atenção, botões e discussões que promovem picos de dopamina no cérebro, ou geram abstinência (“FOMO”)… Será que os mecanismos que fizeram o Facebook, Instagram, YouTube, TikTok ou Snapchat terem sucesso se voltarão contra eles nos tribunais?

Em processos alargados nos Estados Unidos, milhares de demandantes acusam as cinco aplicações, em comparação com a indústria do tabaco, de causar dependência entre os consumidores mais jovens, ao organizarem uma consulta compulsiva e descontrolada, susceptível de agravar os sintomas depressivos.

Vício, acusação admissível pela justiça americana

Ouvidos nos últimos dias em um tribunal de Los Angeles, Adam Mosseri, chefe do Instagram, e Mark Zuckerberg, criador do Facebook e diretor do Meta, escaparam das acusações de vício. “Não sei o que dizer sobre isso. (…) não tenho certeza se isso se aplica aqui”respondeu Mark Zuckerberg a um advogado. Adam Mosseri insistiu em diferenciar um “dependência clínica e uso problemático” do Instagram.

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