Num corredor do hospital psiquiátrico Ville-Evrard, em Bondy (Seine-Saint-Denis), 7 de maio de 2020.

Um ponto cego persistente. Num aviso que seria publicado em Diário Oficial Quinta-feira, 4 de dezembro, a controladoria-geral dos locais de privação de liberdade (CGLPL) alerta para a situação dos “crianças privadas de liberdade em instituições de saúde mental”. Ou seja, menores que a autoridade administrativa independente, chefiada por Dominique Simonnot, viu submetidos a isolamento, e por vezes a contenção, em hospitais psiquiátricos, medidas “ilegal” para alguns deles.

As conclusões da CGLPL, no âmbito das suas visitas a estabelecimentos de saúde mental, e os numerosos relatórios que lhe foram enviados revelam que as crianças (…) são frequentemente apoiadas de formas que resultam em numerosas violações dos seus direitos fundamentais”, podemos ler neste documento, enviado no início de outubro aos ministros da saúde e da justiça. Já em 2017, a instituição pública publicou um relatório no qual recomendava o reforço da proteção dos menores internados em psiquiatria.

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