À medida que Paris enfrenta desafios climáticos crescentes, os gémeos digitalO sensores E IA são ferramentas poderosas para antecipar e mitigar os riscos associados a ondas de calor, inundações e ilhotas de aquecerpermitindo ao mesmo tempo um melhor planeamento do uso do solo. Estas tecnologias simplificam a implementação de medidas destinadas a alcançar neutralidade de carbono.
A implantação de sensores e IoT
Em Paris, numerosos sensores estão agora implantados em edifícios ou nas ruas para medir variações de temperatura e níveis de humidade, a fim de detectar a formação de ilhas de calor. Atualmente, estão instalados em áreas com alta contraste termais, como os bairros de Châtelet-Beaubourg ou La Défense, ao longo dos parques e caminhos sombreados, nomeadamente o Jardin des Tuileries e as margens do Sena, no telhados pratos residenciais e varandas alto, bem como em certas pontes.

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Paris em 2050 (1/10): já nasce mais uma cidade
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O objectivo destes sistemas é ser capaz de orientar as populações vulneráveis para locais sombreados durante períodos de calor elevado, mas também avaliar mais de perto o potencial de revegetação de um determinado local. Por fim, as informações coletadas também são utilizadas para informar a evolução do clima em Paris.
A revolução dos gêmeos digitais
Hoje, os gêmeos digitais podem modelar um território inteiro em 3D, integrando dados topográficos e climáticos para testar cenários de adaptação.
Com Paris2connect, Paris quer trazer à tona o cidade inteligente de amanhã, produzindo, graças a um vasto conjunto de dados, um gêmeo digital da capital. Graças a esta simulação, alimentada em tempo real pela informação recolhida no terreno graças a sensores, torna-se possível gerir com maior precisão o planeamento urbano, repensar a utilização das estradas, analisar movimentos para limitar engarrafamentos, ou mesmo identificar os edifícios mais poluentes tendo em vista a sua renovação.
Outro exemplo, com Twin30, o gêmeo digital de Paris-Saclay, projetado em parceria com a Dassault Systèmes, que modela 27 municípios em Ile-de-France para ajudar as autoridades eleitas a tomar as decisões mais relevantes em matéria planear a transição ecológica e optimizar consumo de energia.
O potencial ecológico das “redes inteligentes”
A digitalização do capital também permite o desenvolvimento de redes inteligentesredes digitais de armazenamento e distribuição de eletricidade que facilitam a implantação de energias renováveis, bem como uma melhor gestão do consumo. Em Issy-Les-Moulineaux, o município testou um dispositivo deste tipo com resultados muito concretos em termos de eficiência energética.

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Paris em 2050: o Louvre, a Torre Eiffel e os edifícios Haussmann transformados
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Ao dar aos particulares e coproprietários a possibilidade de revender o excedenteenergia produzida por painéis solares, esta nova ferramenta poderá desempenhar um papel importante na descarbonização de Paris.
Rumo a uma capital inteligente
Em 2050, enquanto o mudanças climáticas terá piorado consideravelmente, a tecnologia digital desempenhará um papel essencial no monitoramento transmissões de CO2 e proteger as populações.
Em Paris, a recolha massiva de dados alimentará uma arquitectura de informação em grande escala, que terá em conta todo o território para optimizar o consumo de recursos numa lógica de sobriedade, e prever eficazmente crises futuras.