O Primeiro Ministro, Sébastien Lecornu (centro), na Assembleia Nacional, em Paris, 9 de dezembro de 2025.

Sébastien Lecornu ganhou a aposta de que o orçamento da “Secu” fosse votado numa Assembleia Nacional sem maioria e sem recurso ao artigo 49.3 da Constituição, que permite que uma lei seja aprovada sem votação. Ao conseguir que o seu projecto de lei de financiamento da Segurança Social (PLFSS) fosse aprovado em segunda leitura, terça-feira, 9 de Dezembro, o “O primeiro-ministro mais fraco do Ve República »como ele próprio se define, teve sucesso onde os seus antecessores, desde 2022, falharam. E demonstrou que o seu método, baseado na procura de um compromisso parlamentar com o Partido Socialista (PS), estava a dar frutos.

Com 247 votos a favor, 234 votos contra e 93 abstenções, o chefe do Governo frustrou os cenários mais pessimistas. O orçamento “Secu” do governo Lecornu II consegue reunir os votos dos grupos do Renascimento, do Movimento Democrático (MoDem), das Liberdades, dos Independentes, do Ultramar e dos Territórios e do PS, aos quais se sobrepõem as abstenções, na maioria entre Les Ecologists, Les Républicains (LR) e Horizons.

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