Ilustração que acompanha o álbum “The Mountain”, do Gorillaz.

Teríamos apostado nesta longevidade quando, há um quarto de século, descobrimos Clint Eastwoodprimeiro single do Gorillaz, banda virtual imaginada por Damon Albarn e pelo designer Jamie Hewlett? Ainda activos em 2026, 2D, Russell, Murdoc e Noodle acabaram por constituir um dos repertórios mais consistentes da pop contemporânea, ao verificarem a relevância visionária de um conceito. Aceleração de fusões estilísticas, variedade de colaborações anunciando as de playlists, criaturas antecipando as do metaverso (e o triunfo de Caçadores de Demônios K-pop)… Gorillaz ganhou ainda mais vantagem sobre a competição, pois esses personagens de papel permitiram todas as aventuras para seus pigmaliões.

Reconheçamos apesar de tudo que o ecletismo e a agenda lotada de Damon Albarn (mais de uma centena de convidados desde 2000) também podem ter prejudicado a coerência de vários álbuns, depois do toque inovador dos três primeiros (Gorilazem 2001; Dias Demoníacosem 2005; Praia de Plásticoem 2010).

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