A icônica torre de água do Warner Studios, construída em 1927, em Burbank, Califórnia, em 25 de novembro de 2025.

Recentemente, pudemos ver uma série de documentos na Netflix sobre os Titãs que construíram Hollywood; narra a história épica dos pioneiros do cinema mudo, de 1900 à crise de 1929. Estão todos lá, imigrantes judeus da Europa Central e gênios da sétima arte: os irmãos Warner, William Fox, Adolph Zukor (Paramount), Carl Laemmle (Universal), Louis B. Mayer (MGM) mais Mary Pickford e Charlie Chaplin (United Artists). Outra série seria bem-vinda: contaria como, depois de resistirem por um século, esses Titãs finalmente afundaram um após o outro, vítimas de empresas de streaming, a começar pela mais poderosa delas, a Netflix.

A empresa fundada em 1997 para emprestar DVDs pelo correio anunciou na sexta-feira, 5 de dezembro, a compra da Warner Bros Discovery (WBD) por 83 mil milhões de dólares (71 mil milhões de euros), incluindo dívidas. Os acionistas da Warner receberão US$ 23,30 em dinheiro e US$ 4,50 em ações da Netflix por cada ação. Se obtiver as autorizações necessárias das autoridades da concorrência, o novo grupo tornar-se-á líder mundial indiscutível em cinema e streaming por assinatura com, no cesto da noiva, a empresa de streaming HBO Max. Esta é a maior aquisição que a Netflix já fez.

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