Apoiadores chineses comemoram a coroação de Meng Wang e Jinqiao Yang durante o torneio de curling de cadeira, duplas mistas nos Jogos Paraolímpicos de Milão-Cortina (Itália), em 11 de março de 2026.

Quão distantes parecem os Jogos Paraolímpicos de Pyeongchang (JP)! Em 2018, a China terminou a sua viagem à Coreia do Sul no último lugar do ranking nacional, com apenas uma medalha, o ouro, conquistada no curling em cadeira de rodas: o primeiro prémio da história do país na grande massa de paradesportos na neve e no gelo.

No crepúsculo da edição de 2026 em Milão-Cortina, a República Popular está bem à frente dos seus rivais. A Marcha dos Voluntáriosseu hino nacional, soou 15 vezes no norte da Itália, entre sexta-feira, 6 de março, e domingo, 15 de março. Ela apareceu em 44 pódios, vinte a mais que os Estados Unidos, seu vice-campeão.

Ver a China dominar as Paraolimpíadas de Verão tornou-se um hábito. Desde Atenas 2004, ela nunca foi destronada. Mas só a partir de Pequim 2022, vinte anos depois da sua primeira participação, é que os seus representantes brilham tanto na versão de inverno dos Jogos. Em casa, conquistou 61 medalhas, sendo 18 de ouro, 20 de prata e 23 de bronze, mais que o dobro da Ucrânia (29), que ficou em segundo lugar entre as nações.

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