Sophie Binet, secretária-geral da CGT, durante manifestação de reformados contra os planos de redução das pensões, as medidas de austeridade e as propostas do governo para o orçamento de 2026, em Paris, 6 de novembro de 2025.

No dia 2 de Outubro, os oito principais sindicatos marcharam juntos para opinar sobre as orientações orçamentais do governo. Hoje, apenas três deles querem reinvestir o espaço público em nome de motivações comparáveis. A CGT, a FSU e os Solidaires convocam a mobilização na terça-feira, 2 de dezembro, enquanto desta vez as demais organizações fazem a sua vez. O trio, que busca dar visibilidade às demandas compartilhadas, sabe que sua iniciativa não atrairá multidões para a grande noite, mas prefere se movimentar dessa forma, em vez de dar a impressão de estar estático.

Cerca de 150 manifestações e aglomerações são anunciadas em todo o território para “levantar um alerta vermelho”de acordo com a fórmula de Sophie Binet. A secretária-geral da CGT detalhou os motivos desta jornada de ação durante uma conferência de imprensa no dia 27 de novembro, na qual participaram os seus homólogos da FSU e Solidaires, bem como representantes do mundo associativo (ATD Quarto Mundo, Planeamento Familiar, etc.). Todos estes actores da sociedade civil estão indignados com as possíveis medidas que vão surgindo durante os debates no Parlamento sobre os projectos do Orçamento do Estado e da Segurança Social.

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