O Canal+ acaba de firmar parceria com OpenAI e Google Cloud para potencializar a barra de busca de seu aplicativo com IA. Uma mudança que afetará diretamente os seus 40 milhões de assinantes, que poderão usufruir de uma experiência muito mais personalizada.
O Canal+ tem como meta 100 milhões de assinantes até 2030. Para conseguir isso, a empresa se prepara para reformular a experiência do usuário de seu aplicativo, contando com IA generativa, graças a uma parceria com OpenAI e Google Cloud. A implantação desses novos recursos chegará em Junho de 2026 na Europa, mas também em África.
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A mudança mais visível se você for assinante Canal+ se preocupará em como interagir com o aplicativo. Graças aos modelos OpenAI, você não precisará mais saber o título exato de um filme ou série, mas simplesmente perguntar: “Gostaria de uma comédia romântica comovente” ou “algo leve e divertido”, por exemplo. A IA poderá então oferecer uma seleção relevante analisando sua solicitação.

Segundo Ashley Kramer, vice-presidente da OpenAI, o objetivo é permitir que os usuários “interajam com a tecnologia de forma natural”. Para a gestão do Canal+, esta colaboração deve “redefinir a forma como os assinantes descobrem o conteúdo”, tornando a interface mais intuitiva. Só isso. Na prática, isso significa que o aplicativo não exibe mais simplesmente um catálogo de conteúdo, mas ajuda você a encontrar o conteúdo que mais lhe convém dentro desse catálogo.
Google Cloud para indexação de conteúdo e assistência na criação
Nos bastidores, a parceria com o Google Cloud também proporcionará mais poder computacional para analisar o conteúdo transmitido pelo Canal+. O sistema realizará assim uma indexação “multimodal”, ou seja, digitalizará simultaneamente o áudio, o vídeo e o texto de cada programa para criar uma base de dados mais precisa. Isto deverá, nomeadamente, permitir a geração de home pages personalizadas de acordo com os gostos de cada perfil de utilizador.
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Do lado da produção, os parceiros do Canal+ terão acesso à ferramenta Veo3 do Google. Este último permite visualizar cenas antes de filmar ou recriar momentos históricos a partir de fotos de arquivo. O grupo quer obviamente insistir no facto de os direitos de propriedade das obras permanecerem “totalmente protegidos” num ambiente técnico seguro. Nos vemos em junho de 2026 para ver essas mudanças em ação em o aplicativo Canal+.
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Por: Ópera
Fonte :
Canal+