Brigitte Bardot toca violão durante intervalo de filmagem, em Boulogne-Billancourt (Hauts-de-Seine), 17 de agosto de 1960.

Brigitte Bardot era atriz, mas também cantora. Ela cantou cerca de oitenta músicas, publicadas em cinco LPs e sessenta e nove 45s, cantadas em programas de televisão ou em filmes. A atriz adorou a música que aprendeu na versão clássica. Ela adorava dançar. Cantar a libertou das restrições do cinema. “Ali, eu não estava interpretando um personagem, eu era eu mesmo, de verdade. Ninguém me disse que eu tinha que dizer um texto desse ou daquele. Eu cantei conforme me veio à cabeça, ela confidenciou em sua autobiografia, Iniciais BB, publicado em 1996 (Grasset).

A França no início dos anos 1960 é sentimental. O público devora Jogo de Paris, França-Soir Ou Dias da França e curte os programas de televisão de sábado à noite de Maritie e Gilbert Carpentier, chefões do programa de variedades da ORTF. A música dá a Brigitte uma lufada de ar fresco. Ela continuou: “Tive a sorte de ter autores e compositores talentosos que me fizeram canções “à medida”, mas coloquei-as ao meu estilo, como a moda!… Cantei como as cigarras, para celebrar a vida, o amor, a dança, a liberdade, o sol, a praia, a nostalgia, a insolência, o champanhe e a sangria. »

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