
Poucas horas antes do início da grande final do Academia Estrela no TF1, Léa encontrou um problema de voz completamente novo para ela… que poderia perturbá-la bastante.
Problema técnico para Léa! Tempo até a final do Academia Estrela agora é medido em horas. Na verdade, a décima terceira temporada do famoso show de talentos TF1 terminará neste sábado, 7 de fevereiro de 2026. Os espectadores terão que fazer sua escolha para determinar quem, Léa ou Ambre, ganhará o troféu e sucederá ex-vencedores como Marine e Pierre Garnier, nos últimos anos, mas também Jenifer, Nolwenn Leroy ou mesmo Quentin Mosimann nas primeiras edições. Basta dizer que os dois alunos estão trabalhando muito nas músicas que irão defender neste bônus final…
Tanto esforço durante os ensaios que às vezes até enfrentam pequenos problemas físicos! Na verdade foi isso que aconteceu Léianesta quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026. Os suíços terão que blefar com o público graças à recuperação do título Adágio por Lara Fabian. Uma escolha da produção que simplesmente a encantou: “Então ! Aí conversamos, você e eu! Lá eu morrerei. […] Lá, é um monumento, se assim posso dizer! Eu me alegro muito rapidamente“, ela chorou quando Fanny Delaigue lhe disse, comentando com alegria:”É uma música de finalista, droga!“Mas o título tem notas muito, muito altas… e não é fácil cantar tão alto. Como ela pôde vivenciar. No show ao vivo no TF1 +, a candidata de 22 anos contou à amiga que encontrou um problema estranho enquanto praticava: “Hoje, pela primeira vez na minha vida, quando terminei minha música com Fanny… minha laringe permaneceu bloqueada no topo!“, disse ela para Ambre que ficou sem palavras.
Academia Estrela : Léa confidencia seu surpreendente problema de voz
Léa então explicou que manteve a voz alta por alguns minutos: “É que você canta tão alto que sua laringe fica levantada. Demora um pouco para descer. Eu tive dificuldades… então ele voltou“, ela confidenciou seu engraçado acidente. Uma preocupação que ainda a divertiu um pouco. Ambre, muito surpresa, garante que nunca passou por isso, já tendo dificuldade em entender como a amiga consegue atingir notas tão altas: “Dói quando eu faço isso!“