No início da temporada da NBA, principal liga norte-americana de basquete, quando Victor Wembanyama e Guerschon Yabusele imaginavam os duelos entre suas franquias San Antonio Spurs e New York Knicks, os dois líderes da seleção francesa de basquete estavam longe de suspeitar que não se cruzariam no chão. Enquanto o primeiro se afirma, jogo após jogo, como a megaestrela da liga, o segundo, fora dos planos do seu treinador, Mike Brown, já não sai – ou quase – da margem. E o encontro entre as duas equipes, quarta-feira, 31 de dezembro (na noite de quarta para quinta, à 1h em Paris), na arena dos Texans, não deve ser exceção.
Tal como os dois protagonistas dos Blues, os franceses contratados pela NBA – 19 no total, um recorde – estão a viver situações diferentes. Victor Wembanyama, que completa 22 anos no dia 4 de janeiro, continua fiel a si mesmo: impressionante quando joga, preocupante quando se machuca. Depois de uma trombose venosa no ombro que o forçou a interromper a temporada anterior, o pivô do Spurs ganhou o primeiro título de “jogador da semana” deste ano financeiro de 2025-2026 em outubro, e deixou os rastreadores de estatísticas em pânico. Mas uma distensão na panturrilha em meados de novembro o fez perder 12 jogos.
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