EXCLUSIVO – De acordo com um estudo realizado pelo instituto Bona, confiado ao escritório Arthur Hunt, revelado por Le Fígaromais de um em cada dois executivos franceses (52%) acredita que os riscos que as suas empresas enfrentam aumentaram nos últimos anos.
Ciberataques, riscos de RH, riscos financeiros, riscos geopolíticos… Para os gestores seniores franceses, o mundo está a tornar-se cada vez mais “arriscado”. Um contexto tenso que pesa na vida das suas empresas… mas que as leva à adaptação, segundo um estudo realizado pelo instituto Bona fide para a consultora de recursos humanos Arthur Hunt e revelado em exclusivo esta quarta-feira pela Le Fígaro. Entre a amostra de 600 executivos e gestores de ETIs (empresas de médio porte) e grandes empresas públicas e privadas questionados como parte desta pesquisa, mais de um em cada dois (52%) acredita que os riscos enfrentados pelas suas empresas aumentaram nos últimos anos.
Em detalhes, “os riscos “tradicionais” inerentes à empresa são vistos como mais ameaçadores do que os riscos cíclicos, ligados à situação política ou internacional”observam os autores do estudo. O mais citado pelos gestores é o risco de incidente…