Acumulam-se evidências sobre a sensibilidade dos crustáceos à dor. Com a consequência direta de países como a Noruega, a Nova Zelândia e a Áustria terem proibido cozinhá-los vivos. A indústria também está considerando uma maneira de cozinhar esses animais e ao mesmo tempo limitar sua dor. Uma das opções citadas é o choque elétrico, para atordoá-los previamente.

Um novo estudo publicado em 13 de abril de 2026 na revista Relatórios Científicos demonstra que o método pode ser muito doloroso para os lagostins comuns. De facto, investigadores da Universidade Sueca de Gotemburgo observaram que durante um choque eléctrico aplicado na água, estes crustáceos agitam freneticamente as suas caudas, um sinal de que estão a tentar escapar ao perigo.

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