Tornou-se a novela da semana na Guiné-Bissau e no continente africano. Os movimentos do ex-presidente Umaro Sissoco Embalo, destituído por um golpe de Estado em 26 de Novembro, depois de cinco anos à frente do país da África Ocidental, são escrutinados dia após dia. Último episódio até à data: o chefe de Estado deposto chegou a Marrocos, quarta-feira, 3 de dezembro, após uma escala em Lomé. Lá, Embalo aproveitou para almoçar com o presidente togolês, Faure Gnassingbé.
“Ele tem uma casa em Casablanca. Vai ser bom lá »garante um de seus parentes. A sua esposa permaneceu em Bissau. Marrocos é o terceiro país que Embalo, conhecido por ter múltiplas redes nos círculos políticos e diplomáticos, visitará dentro de uma semana. O chefe de Estado deposto viaja com uma pequena equipe, de no máximo cinco pessoas. A sua comitiva que permanece na Guiné-Bissau não está preocupada, o que alimenta suspeitas sobre um golpe de Estado “de conveniência”.
No dia seguinte ao golpe, depois de passar várias horas no quartel-general, sob a guarda dos soldados que tomaram o poder, segundo as suas próprias declarações à imprensa, chegou pela primeira vez a Dakar, a bordo de um voo fretado pelo governo senegalês.
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