Charles Alloncle, relator da comissão parlamentar de inquérito sobre a radiodifusão pública, na Assembleia Nacional, em Paris, 5 de fevereiro de 2026.

Qualquer pessoa que queira invadir a France Télévisions e Cru Os direitos do Festival de Cannes já sabem o que esperar: será difícil conseguir o contrato por menos de 2,6 milhões de euros. É a este preço, de facto, que o grupo audiovisual público e os meios de comunicação vídeo online se tornaram, em 2022, os condutores televisivos da competição cinematográfica, anteriormente nas mãos do Canal+ há vinte e oito anos.

Estávamos chegando ao fim da audiência de três horas e meia de Renaud Le Van Kim e Nathalie Darrigrand, diretores da produtora Together Media, na quarta-feira, 18 de fevereiro, quando o relator da comissão de inquérito sobre a radiodifusão pública, Charles Alloncle (Hérault, Union des Droits pour la République, UDR), revelou, para espanto dos poucos presentes, o valor deste acordo. “Você acabou de fazer algo sério”alarmou o presidente, Jérémie Patrier-Leitus (Calvados, Horizontes). “A comissão acaba de fazer algo que vai contra não só o direito empresarial, mas também a negociação que podemos ter”lamentou, fatalisticamente, o Sr. Le Van Kim. Novas negociações deverão ser abertas nos próximos meses, tendo os atuais direitos sido adquiridos até 2027 inclusive.

Você ainda tem 74,56% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *