Na Apple Store na Vᵉ Avenue, Nova York, 19 de setembro de 2025.

É preciso acreditar que os investidores ficaram com o nariz vazio quando trouxeram esta semana a Apple para o clube muito exclusivo de empresas avaliadas em mais de 4.000 mil milhões de dólares (3.460 mil milhões de euros). Os resultados anuais da empresa de Cupertino provaram que estavam certos com sinais encorajadores.

Quinta-feira, 30 de outubro, a marca maçã publicou os resultados anuais 2024-2025, encerrados no final de setembro, demonstrando a sua boa saúde financeira. A empresa registou efectivamente um aumento do lucro líquido de 20,4% face ao ano anterior, para 112 mil milhões de dólares (96,7 mil milhões de euros), para um volume de negócios de 416 mil milhões de dólares, um aumento de 6,4%. Estes resultados, tanto em termos de lucros como de volume de negócios, superaram as previsões dos analistas financeiros.

Todas as categorias de produtos, ou quase, permitiram este aumento de receitas ao longo do exercício anual. O principal produto da empresa continua sendo o iPhone, que representa mais da metade do faturamento (US$ 209,6 bilhões), seguido pelos serviços (US$ 109 bilhões). As vendas de computadores e tablets também estão em alta. Apenas a categoria de acessórios (principalmente relógios conectados) caiu ligeiramente (US$ 35,7 bilhões em comparação com US$ 37 bilhões no ano anterior). O mercado chinês diminuiu quase 4%, devido a problemas de abastecimento, segundo a Apple, enquanto a atividade aumentou significativamente na Europa e nos Estados Unidos (+ cerca de 10%).

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