O nível de confusão foi tal que o número de cargos eliminados no início do ano letivo de 2026 em escolas, colégios e escolas secundárias que o Ministério da Educação Nacional teve para corrigir a situação. Apenas quarenta e oito horas depois de apresentar, na segunda-feira, 26 de janeiro, uma distribuição anual inesperadamente rigorosa de recursos docentes, a Rue de Grenelle comunicou aos sindicatos e reitorias na quarta-feira uma nova repartição, prevendo menos retiradas de recursos.
Esta versão alterada, detalhada em documentos consultados por O mundoprevê queda de 1.891 “meios de ensino” – de acordo com o termo administrativo utilizado para designar os professores efetivos e os professores estagiários nomeados à frente das turmas – nas escolas primárias públicas. Nas escolas públicas de ensino fundamental e médio, serão 1.365 a menos.
Esses números são consistentes com as 3.256 reduções de cargos permanentes incluídas no projeto de lei financeira (PLF) de 2026 para a educação pública. Não foi o caso da distribuição discutida oficialmente na segunda-feira durante a comissão ministerial de administração social (Csamen): retirou 2.229 recursos docentes do nível primário e mais de 1.800 do nível secundário, ou seja, mais 776 do que o PLF esperava. Sobre esta diferença, a administração deu explicações “confuso” até “contraditório”segundo vários sindicatos, o que deixou Csamen confuso e irritado.
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