Um corretor da Bolsa de Valores de Nova York, em frente a uma tela que transmite a coletiva de imprensa de Donald Trump na Casa Branca, 20 de fevereiro de 2026.

Do Reino Unido à União Europeia, passando pelo México, os parceiros comerciais dos Estados Unidos reagiram com cautela ao desprezo infligido na sexta-feira, 20 de fevereiro, pelo Supremo Tribunal a Donald Trump, quando declarou ilegais grande parte dos direitos aduaneiros que ele tinha introduzido. Na sequência desta decisão, o presidente americano impôs um novo imposto global de 10%, que substitui os chamados direitos aduaneiros recíprocos impostos a uma multiplicidade de países em Abril de 2025.

O Reino Unido, cujas exportações já são tributadas a 10%, mostrou a sua serenidade, explicando que “Seja qual for o cenário, esperamos que a nossa posição comercial privilegiada com os Estados Unidos seja mantida. » Em França, o Ministro da Economia, Roland Lescure, preferiu chamar a atenção para o crescente défice comercial americano para sugerir a Washington que o aumento dos direitos aduaneiros “talvez não seja a receita mágica que esperávamos”.

O Canadá é um dos raros países que sai das suas reservas e confia na decisão do Supremo Tribunal americano para criticar a política protecionista de Washington. O julgamento “fortalece a posição do Canadá” que considera os direitos aduaneiros como “injustificado”, de acordo com Dominic LeBlanc, ministro canadense responsável pelas relações comerciais com os Estados Unidos.

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