
Tentaremos encerrar este caso de uma vez por todas (ou não). eu’Agência Nacional de Segurança Sanitária (ANSES) acaba de publicar um grande estudo na manhã desta quarta-feira. O assunto? Este smartphone que fica no seu bolso o dia todo e emite frequências de rádio.
O veredicto caiu após a análise de 232 estudos publicados entre 2013 e 2024: a agência não encontra sem nexo causal entre a exposição às ondas e o aparecimento do cancro. Está escrito em preto e branco.
Se você pensou que isso sinalizaria o fim do tempo de jogo e das ansiedades em torno das antenas 5G, você se enganou. A ANSES, fiel à sua linha histórica de conduta, mantém as suas recomendações de “prudência” e “uso racional”.
Para ir mais longe
Classificação SAR: quais smartphones emitem menos radiação?
A ciência é clara
Vejamos os fatos. A ANSES não trabalhou levianamente. Ela compilou milhares de dados, separando a epidemiologia (observação de populações humanas) da toxicologia (testes de laboratório em animais).

Uma bateria para carregar todos eles
É sexta-feira negra! Anker reduz o preço de sua bateria de 25.000 mAh. Com os seus 2 cabos integrados e a sua potência total de 165 watts, pode carregar quase todos os seus dispositivos, onde quer que esteja.
A realidade técnica é simples:
- O estudos epidemiológicos (em humanos reais com usos reais) são os mais reconfortantes. Eles não mostram explosão nos casos de glioblastoma ligados ao uso de smartphones.
- O estudos toxicológicos (em animais) às vezes apresentam efeitos, sim. Mas preste atenção ao contexto.
Olivier Merckel, da Anses, explica muito bem: para ver um efeito em laboratório, bombardeamos ratos com níveis loucos de intensidade, muito além do que você imagina. iPhone 17 ou sua torre de celular nunca transmitirá. Este é um teste de estresse extremo.
Há muito que sabemos que as ondas, em potência muito elevada, aquecem os tecidos (este é o princípio do seu micro-ondas). Mas nos níveis regulatórios atuais? Nada. O relatório ainda especifica que nenhuma indução tumoral foi relatada em animais expostos a radiofrequências em condições normais.
Por que esse constante “sim, mas”?
Se a ligação não existe, porque é que a ANSES ainda nos orienta a utilizar um kit mãos-livres ou a privilegiar zonas com boa recepção? Esse é todo o problema de princípio da precaução.
A agência justifica esta postura pela rápida evolução das tecnologias. Não sabemos o que 6G. Não sabemos o impacto ao longo de 30 ou 40 anos de exposição contínua. Esta é uma posição científica honesta.
Há outra leitura mais pragmática. A ANSES está ampliando o espectro da “saúde”. O verdadeiro perigo do smartphone em 2025 não é a onda invisível que irá fritar o seu cérebro. Isso é o que você faz com a tela.
O verdadeiro perigo não é o que pensamos
É simples: ao recomendar o “uso racional”, a agência não está mais falando apenas de radiação. Ela fala sobre saúde pública global.
O smartphone é:
- Lá estilo de vida sedentário aumentou (não nos movemos quando rolamos).
- O impacto no dormir (luz azul e excitação cognitiva).
- Saúde mental do adolescente.
Quando ANSES lhe diz para guardar seu smartphone, talvez seja menos para proteger suas células de um hipotético câncer do que para proteger seu cérebro de um vício muito real em notificações. As ondas foram eliminadas, mas o objeto continua problemático por outros motivos.
Resumindo, você pode parar de ter medo das torres de celular. A ciência nunca foi tão reconfortante. Por outro lado, desligou o smartphone uma hora antes de dormir? Este é um conselho médico que eu endosso 100%. Não por causa das ondas, mas porque você precisa dormir.
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