Sophie Djigo em Lille, 4 de outubro de 2023.

Mais de três anos depois, a filósofa e professora do curso preparatório Sophie Djigo ainda se sente “desonrado”. Não aceitou as posições assumidas por líderes da extrema direita e a campanha de ódio de que foi alvo, por ter realizado um projeto educativo em torno da migração no final de 2022.

Um julgamento por perseguição cibernética em Janeiro resultou na condenação de cinco dos seis arguidos, com penas de prisão suspensas de cinco a oito meses. Segunda-feira, 30 de março, e terça-feira, 31 de março, foi a vez das nove pessoas que lançaram a polêmica se apresentarem perante o tribunal de Paris, por difamação ou cumplicidade na difamação.

Entre eles, Eric Zemmour, presidente da Reconquête!, ausente da audiência, Séverine Duminy, agora coordenadora do Parents Vigilant, executivos do Rally Nacional (RN) de Hauts-de-France, incluindo o deputado Alexandre Dufosset e o senador Joshua Hochart, e gestores do site Riposte laïque. Apenas quatro dos nove arguidos estiveram presentes na audiência.

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