A Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen (centro), durante a Cimeira da Indústria Europeia em Antuérpia (Bélgica), 11 de fevereiro de 2026.

Numa altura em que os Estados Unidos lhes impõem novos direitos aduaneiros e a China está na ofensiva para ganhar quotas de mercado em todo o mundo, os europeus estão a virar-se para este mercado interno de 450 milhões de habitantes, que negligenciaram durante tanto tempo. De Paris a Berlim, passando por Roma, Madrid ou Varsóvia, há agora apelos ao seu fortalecimento, trinta e três anos após a sua criação, a fim de extrair dele todo o crescimento possível.

Quinta-feira, 19 de março, por ocasião da reunião de chefes de estado e de governo dos Vinte e Sete em Bruxelas, Usula von der Leyen, a Presidente da Comissão Europeia, deve apresentar um “roteiro”, que enumera propostas legislativas capazes de responder a este pedido. Para lhe dar todas as oportunidades, pretende que este plano de trabalho, e o calendário que o acompanha, sejam validados pelos dois colegisladores (Parlamento Europeu e Estados-Membros).

No programa, textos já sobre a mesa, que dizem respeito a sectores para os quais não existe mercado europeu – união dos mercados de capitais, redes digitais, infra-estruturas eléctricas – e que Bruxelas gostaria de ver adoptados num prazo razoável.

Você ainda tem 85,32% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *