O CEO da Lactalis, Emmanuel Besnier, em Laval, 10 de setembro de 2024.

Ambiente engraçado, terça-feira, 17 de fevereiro, durante a reunião da comissão de acompanhamento das negociações comerciais, durante a qual o Ministério da Agricultura e o do Comércio costumam ouvir as queixas das organizações patronais de fabricantes e distribuição em massa.

Na noite anterior, a Federação do Comércio e Distribuição (FCD) anunciou que não participaria nas bolsas. Em questão, as duras declarações da Ministra da Agricultura, Annie Genevard, em O parisiense Domingo, 15 de fevereiro, contra a distribuição em massa. Resultado: a reunião transcorreu bem, mas sem um convidado significativo, fazendo com que “a atmosfera mais pacífica”brinca um participante. Um novo golpe nas já tensas discussões entre grandes lojas e seus fornecedores.

O objetivo destas negociações é acordar as condições anuais de compra dos diferentes produtos (preços, quantidades, penalidades, promoções). Esses acordos resultam então nos preços exibidos nas prateleiras dos supermercados. Este ano, os distribuidores esperavam que os fabricantes de alimentos incluíssem nos seus preços o declínio dos materiais industriais (plástico, cartão) e de certos materiais agrícolas (trigo, batata, café, açúcar, cacau). Uma esperança rapidamente frustrada.

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